Os bogs e a aprendizagem

Apesar de todos os avanços tecnológicos a escola mantém métodos tradicionais de ensino, empregando as mesmas tecnologias do passado: quadro negro e giz. Porém, há recursos tecnológicos que podem ser muito explorados no ambiente escolar. O Weblog destaca-se como um dos mais favoráveis pelas facilidades encontradas desde a sua criação à forma simples de uso. O blog com fins educacionais favorece a auto-aprendizagem, a motivação e a autonomia. Os posts são textos autênticos e vão sendo enriquecidos através de links e comentários dos visitantes. A autoria favorece a construção do conhecimento do indivíduo que escreve e daquele que lê e interage através de opiniões, gerando a desestabilização desse saber num processo contínuo de mudanças de forma não-linear, envolvendo a todos em um ambiente de constante construção colaborativa.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

No Jornal Zero Hora , quarta-feira, 27 de abril de 2011 traz uma reportagem entitulada BYLLYING NA ESCOLA. Segundo a reportagem, 47,1 das vítimas convertem-se em agressores. A pesquisa foi feita em dois municípios gaúchos. " Duas pesquisas desenvolvidas no interior do Estado podem ajudar a entender o que está por trás de uma prática que vem corroendo as escolas gaúchas e preocupando as autoridades, educadores, pais e estudantes.
Uma delas foi realizada em Pelotas por pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas(UFPel), sendo publicada no jornal da Sociedade Brasileira de Pediatria. A outra foi realizada pelo Instituto Methodus nas escolas públicas de Jaguari, região central do Estado."
Segundo a pesquisa que consta na página 28 do Jornal, a incidência maior se dá com alunos do sexo masculino, abrangendo todas as faixas etárias mas evidenciando entre estudantes entre 12 a 18 anos. Todas as séries são atingidas mas destaca-se maior incidência na 5ª. série. Dentro do tipo de agressões as verbais tem maior índice (75,l %), e em segundo lugar as agressões físicas (62,4%). Segundo a pesquisa a maior parte das agressões se dá no pátio da escola(57,7 %) e em segundo lugar em sala de aula (30,2%). Além das estatísticas a reportagem revela algumas recomendações de especialistas aos envolvidos ( Direção e Professores, Alunos, Pais de Vítimas e Pais de Agressores).
A reportagem também inclui soluções apontadas por três especialistas para conter a violência nas escolas.

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